Testemunho da jornalista portuguesa Maria José Gil Conde

repórter portuguesa– Gostaria de falar com Gabriel Paulino. Tenho um testemunho para o site e para o mundo.

Uma ilustre jornalista portuguesa, Maria José Gil Conde, leitora assídua do site Medjugorje Brasil veio me visitar em Medjugorje, durante a nossa peregrinação em novembro de 2011 para contar o que acredito, nestes muitos anos em que acompanho as aparições de Nossa Senhora, seja das mais incríveis experiências de uma pessoa em Medjugorje, além dos seis videntes vivenciou. Algo inédito para os nossos queridos leitores brasileiros.

A entrevistei na tarde do dia 2 de novembro de 2011, dia de finados, o mesmo dia em que estivemos em vigília na cruz azul para a aparição de Nossa Senhora. Este testemunho exclusivo também estará disponível em vídeo para os interessados a partir do próximo mês.

Segue a carta enviada pela peregrina ao site Medjugorje Brasil. Que este testemunho viaje pelo mundo inteiro, como foi pedido por Nossa Senhora!

Gabriel e a repórter portuguesa
Gabriel Paulino e a jornalista Maria José Gil Conde que me conta a sua incrível experiência

 

Do céu, azul-dourado, bruma da memória e do querer, tranquila, ali se esparge Aliança divina, sobre nós, países ou credos, seu elo, pacto santo, único se selaria…
Uma promessa fulgiria entre róseas nuvens; Medjugorje nascera…
“Mamma mia, io Te voglio tanto bene”, Te amo… Dirigi-me, no passado dia 27, pela mão de dois grandes amigos meus, a Medjugorje.

Antes de fazer a viagem, tudo acontecia, para impedir. Quedas graves, consequências nefastas. Já no aeroporto de Lisboa voltei a cair. Estranho. Já na Bósnia fui atendida pela Ordem de Malta. Mesmo assim, debaixo de sol, ía fazendo entrevistas. Falei com cidadãos italianos, africanos, um sul-coreano, americanos, alemães. O Brasil, através do meu amigo, Gabriel Paulino, abriu as portas de par em par. As minhas entrevistas acabavam em desabafos e num abraço eterno. Todos em busca de paz, de uma resposta, travando soluços, o cansaço pela vida, encontrar Algo…

Suponho, que no dia 2 a doutora Mirjana se dirigiu calmamente para a Colina das Aparições, como o faz há muitos anos. Às 4h da madrugada fiquei muito agitada, queria ir até lá, mas não podia, por prudência e ordem médica. É que há anos fiz fratura tripla na coluna, a 1cm da medula, UMA MÃO esteve ali. 8H50m. Saí do hotel. Caminhei até ao campo, que vai confinar ao vale, sopé da Colina e pensei: “Pelo menos, piso o chão por onde a Senhora anda, peço pela minha saúde, bom acolhimento aos meus 2 livros de poesia, já prontos, mais não pode ser, porque ali estiveram os estóicos durante a noite”. Olhei o Céu, a Colina, a Virgem Santa estava ali para toda a gente. Estranhei, o azul do Céu era diferente. Sozinha. Apenas um miúdo, que percebia Inglês. Olhei o sol sem alguma dificuldade. Nunca fui capaz de o fixar durante tanto tempo. Devagar iniciou movimentos de aproximação e distanciamento. “Credo, nunca vi isto, falei comigo”.

Algumas pessoas já estavam a passar e eu presa ao solo. Boca aberta, só a fechei, cerca de 20 a 25 minutos, visto que, então, muita gente passava. À volta do sol um círculo de prata o contornava. De imediato, em tamanho enorme, tocando o chão, digamos, surge a Figura da Virgem Santa, Manto em azul-inglês, mas todas as imagens a seguir. Um M colossal, no meio encrustada uma cruz, em escultura atual. A Senhora colocou-se de lado e do sol (Ela sabe, que gosto de rendas e cetim) saíam dois laços em cetim, com cores desde a prata, ao azul, ao laranja, ao amarelo, ao verde, ao rosa e eu…de boca aberta! A cruz em M virou e vi cabeças (talvez dos que mais amo); o rosário, junto ao sol muita cor em ouro e laranja e esferas, embuídas, umas nas outras, em cores de laranja, cristal e o azul-inglês, para se distinguir do azul do Céu.

O M e a cruz movimentavam-se e houve um plano horizontal, semelhante ao bastão, que João Paulo II trazia. As lágrimas correram no meu rosto, mas ali se quedaram.
Novamente, Maria. A parte inferior do Vestido tinha uma barra em renda de bilros. Mais acima. perfis dourados numas túnicas pequeninas, também bordados a renda de bilros. Mais perfis dourados. Presenças. Eu, sempre, de boca aberta, gelada, pregada ao chão. Por trás do sol, surgiu, então, uma menina, toda de branco, ajoelhada, tendo o cabelo em forma de “rabo de cavalo”. A Mãe voltou no Seu Tamanho Enorme. Não nos queríamos deixar. Uma Voz interior pronunciou-se, em português “Tu és uma filha muito querida. Tens muito para fazer.

Um dia virás para este Jardim de Paz, onde colherás flores com a tua irmã. Vai e transmite o que Te disse, à tua maneira” (sou linear, vibro no ar, que respiro, adoro estudar, amo os animais, escrevo…). Petrificada, assim estava, eis, minha postura. Eu não queria sair dali, a Mãe também não. Traduzo como que Ela está a abranger o mundo à espera da hora de Se mostrar e dar o primeiro sinal. No vale, uma intensa bruma, azul-inglês e lilás-claro, passaram docemente. Algumas vezes, duas aves, felizes, voavam. “E agora vou embora”.

Tristemente, com saudade. Ligada a saraus, rádio, tantos programas, reportagens, noticiários, e entrevistas, agora poetisa, dediquei-Lhe os meus trabalhos, à medida que pisava o chão, pisava cor de ouro. O lugar é especial, vai ter uma Mensagem para o mundo, que tanto precisa de mudar em todos os quadrantes. A minha estrada é outra, talvez, entre pessoas, que já não acreditam na vida, nem em si próprias, sem credos ou crenças, no infinito do seu ser tão rasgado e a sangrar. Antes de chegar ao aeroporto de Zagreb, um bando de pássaros juntou-se, formou uma circunferência cerrada; em baixo, desenhou-se uma faixa retangular. Esfumaram-se, como a vida se esfuma. De um poema de Medjugorje “Monólogo paradoxal com Deus”…

Se Tu existes, faz de mim primavera, lírio branco! Quero meus rostos queridos! Teu Ser os criou!…Meu Deus, em Quem crer não sei, que força ou ânsia de crença, em meu veio crente existe?” De “Gênese da vida” “Virgem Mãe, Tua Mensagem e Aparição no Krizevac, Paz me envolveu…Os céus, nossa ignorância mordaz, rendem; Teu Rosto tudo esclareceu. Medjugorje, terra prometida, Nossa Mãe, Gospa, Salvadora, tão desejada”…
Virgem Santa, quanto Te amo, relicário de meu todo, dilema, solução
Teu Filho, Seu Olhar não merecemos…
Terra escolhida, Sarajevo, genocídio haveria; Tua Vinda, Mãe, demoveu… Extratos de poesia sobre Medjugorje.

O meu poema, na Tua Encosta de Aparição, descansa e se alenta, esclarecedor
conteúdo, a solução. Termino, dizendo a todo o mundo onde chegar esta mensagem “O resto é silêncio, como neste momento me encontro”.

e-mail de contato: mjgilconde@hotmail.com
Gabriel Paulino – editor site MEDJUGORJEBRASIL.COM

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